Saber esperar… verão outonal


Esta miúda tem por hábito, especialmente nos últimos anos, tirar uns dias, ou até o maior período de férias, já no final de setembro (porque coincide com o meu aniversário). E este ano não foi exceção! Reservei a última semana do mês nove e a primeira de outubro para as 'férias grandes'… acho que já não faz sentido chamar-lhes férias de verão, ou será que faz?!

E vou dizer-te que, este ano, a espera pareceu loooonga, um pouco mais longa do que em anos anteriores. Parecia que nunca mais via o merecido descanso chegar. Não sei se foi por este ter sido um verão atípico, se por ter tentado viver um dia de cada vez 'desacelerando' a contagem do tempo... Porém, esperei, tranquilamente.

E, nem a propósito, quando um dos livros que por estes dias habita a minha mesa de cabeceira é o "Descomplica – 11 verbos que vão transformar a tua vida", da querida Sofia Castro Fernandes, do Às nove no meu blogue, começo as férias e entro no capítulo dedicado ao verbo... Esperar! Aquele que a Sofia chama de "verbo-fôlego". Na introdução pode ler-se: "É o verbo que te vai provando que os tempos de espera, em que parece que nada acontece, são a forma que a vida encontra de fazer as coisas certas no tempo certo." Obrigada, Sofia! 🙏





E não é que estas férias se revelaram uma concretização destas sábias palavras, que são da Sofia, mas que são de, e para, todos nós?! Durante todo o verão, esperei, tranquila, e não ansiosa, pelo meu querido mês de setembro. E ele veio, e com ele veio o outono. E com o outono veio... o meu verão! ❤

Fui presenteada com uns maravilhosos dias de verão outonal, ou terá sido um outono estival?! Seja como for, foram dias vividos de sandália no pé, roupa leve, pezinho na areia, banhos de mar (um mar límpido e ainda tranquilo), temperatura de verão, em boa companhia, no meio da natureza, numa tranquilidade tal que nem nos meus melhores sonhos poderia ter imaginado. Foram mesmo dias de sonho, só que bem reais!

E mais não digo, porque o que vivi é difícil de expressar em mais palavras! E só mesmo o livro da Sofia me levou a decidir escrever este post, porque no capítulo do verbo Esperar, na véspera de viajar, sem saber bem para onde (e ao que) ia, o último texto que li termina com uma frase que no dia seguinte se concretizou: "Nos desejos que pedires, pede amor e paz. E confia. Mas confia mesmo: o resto a vida traz." 

E é 'só' isto: esta miúda soube Esperar, tranquilamente, confiou e a vida trouxe!
❤❤❤❤❤

Susana Figueira


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